sábado, 31 de outubro de 2009

Cafezinho com...



NAO TE ESQUEÇAS!!!!





21.15h- Igreja de Barcarena


CaFéZinHo CoM.....
Vamos fazer um super-hiper-mega encontro com todas as gerações do nosso GJB!! =)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

TriWorkshop


Após a bombástica noite de arranque deste novo ano de Grupo de Jovens, vamos dar início às nossas reuniões de grupo de jovens, contudo com algumas surpresas.

Uma delas, e à qual vos venho convidar a participar é o:

O TriWorkshop consiste em secções de 3 dias onde aprofundamos vários temas mas de uma forma mais intensa. O primeiro TriWorkshop vai ser já amanhã (dia 20) às 21:15 na Igreja Matriz de Barcarena, que vai ter uma continuidade para os dias 21 e 22 (sempre à mesma hora).

Pronto, já perceberam a ideia? Terça, quarta e quinta-feira encontramo-nos todos à mesma hora na igreja e, muito importante, se por alguma razão tiverem de faltar a algum dos dias, não se preocupem: o assunto que vamos debater nestes 3 dias será o mesmo mas cada dia é individual logo não se sentirão "perdidos" no dia a seguir.

Não percam o TriWorkshop por nada!; posso adiantar que vamos ter alguns convidados e que vão ser desvendados alguns segredos da nossa paróquia!!

Contamos com a presença de todos.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Xutos e Pontapés

Olá pessoal!

Tal como combinado, hoje arrancamos com a primeira actividade de chutos na bola e pontapés no stress.
Como tal, o ponto de encontro é às 21:15 na Igreja de Tercena, para depois irmos à Praia de Carcavelos.

Até já!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Tudo começa agora....

“Mestre, onde Moras?”
"Vinde e Vereis"
Igreja de Barcarena, Dia 10 de Outubro, 21horas.
Esperam-te mudanças radicias!!! Estás preparado?
Grupo de Jovens de Barcarena


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Palavra de Vida de Outubro de 2009

«Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas»
(Lc 21, 19) (1)

“Perseverança”. É a tradução da palavra grega original, que inclui também outros significados: a paciência, a constância, a resistência e a confiança.

A perseverança é necessária e indispensável quando se tem um sofrimento ou uma tentação, ou se tem a tendência para desanimar. E também quando se é aliciado pelas seduções do mundo, quando se é perseguido.

Penso que cada um de nós já se encontrou em pelo menos uma dessas circunstâncias, e por isso já experimentou que, sem a perseverança, poderia muito bem ter sucumbido. Talvez até já cedemos algumas vezes. Ou pode ser que, neste preciso momento, nos encontremos mesmo numa dessas dolorosas situações.

E então, o que fazer? Recomeçar e… perseverar. De outra forma não é válido para nós o nome de “cristão”.

Sabemos muito bem que: quem quer seguir Cristo deve pegar todos os dias na sua cruz, deve amar – pelo menos com a vontade – o sofrimento. A vocação cristã é uma vocação para a perseverança.

Paulo, o apóstolo, apresenta à comunidade a sua perseverança, como sinal de autenticidade cristã. E não tem medo de a colocar no mesmo plano que os milagres. Quando amamos a cruz e perseveramos, podemos seguir Cristo que está no Céu, e, portanto, salvarmo-nos.

«Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».

Podem distinguir-se duas categorias de pessoas: as que sentem o convite para serem verdadeiros cristãos, mas em cujas almas este convite cai como uma semente num terreno cheio de pedras. Há muito entusiasmo, semelhante a um fogo de palha, e depois não fica nada.

Por outro lado, há aquelas que recebem o convite como um terreno bom recebe a semente. E a vida cristã germina, cresce, ultrapassa as dificuldades e resiste às tempestades. Estas últimas possuem a perseverança e… «pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».

Claro que, para perseverar, não nos podemos apoiar unicamente nas nossas forças. É necessária a ajuda de Deus. Paulo chama a Deus: «O Deus da perseverança» (2).

É a Ele, portanto, que devemos pedir a perseverança, e Ele não deixará de no-la dar.

Porque, se somos cristãos, não nos podemos contentar com o termos sido baptizados ou com uma ou outra prática esporádica de culto ou de caridade. É necessário crescermos como cristãos. E todo o crescimento, no campo espiritual, não existe se não for no meio de provas, sofrimentos, obstáculos e batalhas.

Quem sabe realmente perseverar são aqueles que amam. O amor não vê obstáculos, não vê dificuldades, não vê sacrifícios. E a perseverança é o amor posto à prova. (…) Maria foi sempre e é a mulher da perseverança.

Peçamos a Deus que acenda também no nosso coração o amor por Ele. Então a perseverança, em todas as dificuldades da vida, surgirá em nós como consequência, e com ela salvaremos a nossa alma.

«Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas».

Mas, além disso, a perseverança é contagiosa. Quem é perseverante encoraja também os outros a irem até ao fim. (…)

Temos que ter metas altas. Nós só temos uma única vida e também esta é breve. Cerremos os dentes dia após dia, enfrentemos todas as dificuldades que surgirem para seguir Cristo… e salvaremos as nossas almas.

Chiara Lubich

1) Palavra de Vida, Junho de 1979, publicada integralmente em Essere la Tua Parola. Chiara Lubich e cristiani di tutto il mondo, vol. II, Città Nuova, Roma 1982, pp. 25-28; 2) Rm 15, 5.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Palavra de Vida de Setembro de 2009

«Procurai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo»
[Mt 6, 33]. (1)

Todo o Evangelho é uma revolução. Não há comparação possível entre as palavras de Cristo e as palavras dos homens. Ouçamos esta: «Procurai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas [as necessidades da vida] vos serão dadas por acréscimo».

A primeira preocupação das pessoas, em geral, é procurar ansiosamente aquilo que é necessário para dar segurança à sua existência. Talvez o mesmo se passe connosco. Pois bem, Jesus põe-nos perante o “Seu” modo de ver e oferece-nos o Seu modo de agir. Pede-nos uma atitude totalmente diferente daquela que é habitual, e que se deve manter não uma vez apenas, mas sempre. É esta: procurar primeiro o reino de Deus.

Quando estivermos orientados para Deus com todo o nosso ser e fizermos de tudo para que Ele reine (isto é, quando governarmos a nossa vida de acordo com as Suas leis) dentro de nós e nos outros, o Pai há-de dar-nos aquilo de que precisamos, dia após dia.

Se, pelo contrário, nos preocuparmos antes de tudo connosco, vamos acabar por tratar principalmente das coisas deste mundo e tornar-nos-emos vítimas delas. Acabaremos por ver nos bens desta Terra o “nosso” verdadeiro problema, a “finalidade” de todos os nossos esforços. E vai nascer dentro de nós a grave tentação de contar unicamente com as nossas forças e de viver como se Deus não existisse.

«Procurai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo».

Jesus transforma completamente a situação. Se a nossa primeira preocupação for Ele, viver para Ele, então o resto vai deixar de constituir o problema principal da nossa existência. Será um “acréscimo”, ou um “acrescento”.

Será uma utopia viver assim? Será uma Palavra irrealizável, para nós, pessoas modernas, hoje, num mundo industrializado onde vigora a concorrência e se passa, muitas vezes, por crises económicas? Só quero lembrar que as dificuldades concretas de subsistência não eram muito menores para a gente da Galileia, quando Jesus pronunciou estas palavras.

Não se trata de saber se é utopia ou não. Jesus põe-nos perante a questão fundamental da nossa vida: ou vivemos para nós próprios, ou vivemos para Deus. Mas tentemos agora compreender bem esta Palavra: «Procurai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo».

Jesus não nos leva ao imobilismo, à passividade para com as coisas terrenas, a uma conduta irresponsável ou superficial no trabalho.

Jesus quer substituir a “preocupação” pela “ocupação”, livrando-nos da ansiedade, do medo e da inquietação.

Na verdade, Ele diz: «Procurai “primeiro” o reino...».

O sentido de “primeiro” é “acima de todas as coisas”. A procura do reino de Deus é colocada no primeiro lugar e não exclui que o cristão deva também ocupar-se das necessidades da sua vida.

«Procurar o reino de Deus e a Sua justiça» significa, também, ter uma conduta conforme às exigências de Deus, que Jesus manifestou no Seu Evangelho.

Só se procurar o reino de Deus é que o cristão pode experimentar o maravilhoso poder de Deus em seu favor.

Vou-vos contar um episódio.

Passou-se já há bastante tempo, mas tem uma actualidade impressionante. De facto, conheço muitos jovens e crianças que ainda agora fazem como fazia aquela rapariga.

Chamava-se Elvira. Frequentava uma escola do magistério primário. Era pobre. Só poderia continuar os estudos se tivesse uma média alta. Ela tinha uma fé forte. O seu professor de Filosofia era ateu, de modo que, bastantes vezes, apresentava as verdades sobre Cristo e sobre a Igreja de uma maneira desfocada, quando não era mesmo deformada. O coração da rapariga fervia. Não por si, mas pelo amor a Deus, à verdade e às suas colegas. Apesar de saber bem que, contrariando o professor, poderia ter uma nota baixa, aquilo que ela sentia era mais forte do que ela. Em todas as ocasiões levantava a mão, pedindo a palavra: «Não é verdade, professor». Talvez não tivesse, algumas vezes, todos os argumentos para se opor às ideias do professor, mas naquele «não é verdade» estava a sua fé, que é uma oferta da verdade e faz pensar.

As colegas, que gostavam dela, procuravam dissuadi-la das suas intervenções para que não fosse depois prejudicada. Mas não conseguiam.

Passaram-se alguns meses. Chegou o momento de se afixarem as notas. A rapariga olhou a tremer. Depois, uma onda de alegria: obtivera a nota máxima!

Tinha procurado, acima de tudo, que Deus e a Sua Verdade reinassem, e o resto tinha vindo por acréscimo.

«Procurai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo».

Se cada um de nós procurar o reino do Pai, poderá experimentar que Deus é Providência em todas as exigências da nossa vida. Descobriremos como são normais todas as coisas extraordinárias do Evangelho.

Chiara Lubich

1) Palavra de Vida, Maio de 1979, publicada em Essere la Tua Parola. Chiara Lubich e cristiani di tutto il mondo, vol. II, Città Nuova, Roma 1982. pp. 11-13.