domingo, 23 de novembro de 2008

2º Dia: Como Paulo iniciou a primeira viagem missionária

"Entretanto, os que se tinham dispersado, devido à perseguição desencadeada por causa de Estêvão, adiantaram-se até à Fenícia, Chipre e Antioquia, mas não anunciavam a palavra senão aos judeus. Houve, porém, alguns deles, homens de
Chipre e Cirene que, chegando a Antioquia, falaram também aos gregos, anunciando-lhes a Boa-Nova do Senhor Jesus. A mão do Senhor estava com eles e grande foi o número dos que abraçaram a fé e se converteram ao Senhor.A notícia chegou aos ouvidos da igreja de Jerusalém, e mandaram Barnabé a Antioquia. Assim que ele chegou e viu a graça concedida por Deus, regozijou-se com isso e exortou-os a todos a que se conservassem unidos ao Senhor, de coração firme; ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Assim, uma grande multidão aderiu ao Senhor.

Então, Barnabé foi a Tarso procurar Saulo. Encontrou-o e levou-o para Antioquia. Durante um ano inteiro, mantiveram-se juntos nesta igreja e ensinaram muita gente. Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os discípulos começaram a ser tratados pelo nome de «cristãos».

Nesses dias, uns profetas desceram de Jerusalém a Antioquia. Um deles, chamado Agabo, ergueu-se e, sob a inspiração do Espírito, predisse que haveria uma grande fome por toda a terra. Foi a que sobreveio no reinado de Cláudio. Os discípulos, cada qual segundo as suas posses, resolveram então enviar socorros aos irmãos da Judeia, o que fizeram, mandando-os aos anciãos, por intermédio de Barnabé e de Saulo.
Estando eles a celebrar o culto em honra do Senhor e a jejuar, disse-lhes o Espírito Santo: «Separai Barnabé e Saulo para o trabalho a que Eu os chamei.»Então, depois de terem jejuado e orado, impuseram-lhes as mãos e deixaram-nos partir."


(Actos 11, 19-30; 13, 2-3)

Paulo aconselhou "todos a continuarem com todo o coração". Como é a tua Entrega a Deus?

1. O que achas que é Ser Cristão?

2. A partilha de bens era algo comum nos Cristãos dos primeiros tempos. E tu, partilhas o teu tempo?

3. Ser Missionário é uma característica dos Cristãos. Costumas falar de Deus no trabalho/escola?

Desafio
Abre a bíblia ao acaso. Escolhe uma frase com os olhos fechados e tenta aplica-la ao máximo no teu dia!

Oração
Como seria que Paulo orava? Imagina algumas preces para pedires ajuda na tua Missão.

sábado, 22 de novembro de 2008

1º Dia: Como Paulo descobriu Jesus

"Saulo, entretanto, respirando sempre ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, foi ter com o Sumo Sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, se encontrasse homens e mulheres que fossem desta Via, os trouxesse algemados para Jerusalém.

Estava a caminho e já próximo de Damasco, quando se viu subitamente envolvido por uma intensa luz vinda do Céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: «Saulo, Saulo, porque me persegues?» Ele perguntou: «Quem és Tu, Senhor?» Respondeu: «Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Ergue-te, entra na cidade e dir-te-ão o que tens a fazer.»

Os seus companheiros de viagem tinham-se detido, emudecidos, ouvindo a voz, mas sem verem ninguém. Saulo ergueu-se do chão, mas, embora tivesse os olhos abertos, não via nada. Foi necessário levá-lo pela mão e, assim, entrou em Damasco, onde passou três dias sem ver, sem comer nem beber.

Havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. O Senhor disse-lhe numa visão: Ananias!» Respondeu: «Aqui estou, Senhor.» O Senhor prosseguiu: «Levanta-te, vai à casa de Judas, na rua Direita, e pergunta por um homem chamado Saulo de Tarso, que está a orar neste momento.» Saulo, entretanto, viu numa visão um homem, de nome Ananias, entrar e impor-lhe as mãos para recobrar a vista. Ananias respondeu: «Senhor, tenho ouvido muita gente falar desse homem e a contar todo o mal que ele tem feito aos teus santos, em Jerusalém. E agora está aqui com plenos poderes dos sumos sacerdotes, para prender todos quantos invocam o teu nome.» Mas o Senhor disse-lhe: «Vai, pois esse homem é instrumento da minha escolha, para levar o meu nome perante os pagãos, os reis e os filhos de Israel. Eu mesmo lhe hei-de mostrar quanto ele tem de sofrer pelo meu nome.» Então, Ananias partiu, entrou na dita casa, impôs as mãos sobre ele e disse: «Saulo, meu irmão, foi o Senhor que me enviou, esse Jesus que te apareceu no caminho em que vinhas, para recobrares a vista e ficares cheio do Espírito Santo.» Nesse instante, caíram-lhe dos olhos uma espécie de escamas e recuperou a vista. Depois, levantou-se e recebeu o baptismo.

Depois de se ter alimentado, voltaram-lhe as forças e passou alguns dias com os discípulos, em Damasco. Começou, então, imediatamente, a proclamar nas sinagogas que Jesus era o Filho de Deus."

(Actos 9, 1 - 20)

Antes da sua conversão, Paulo perseguia os cristãos. Por vezes no nosso dia-a dia vamos de encontro ao mandamento do amor que Jesus nos ensinou e agimos como Paulo, a destruir o projecto que Deus arquitectou para o nosso mundo. Pensa agora no teu dia. Nas alturas que destruíste e não construíste, nas alturas que destruístes em vez de plantares, nos momentos de paz que transformastes em momentos de guerra…

1. Já aconteceu, alguma vez na tua vida, sentir que uma luz nova te ajudou a ver a vida de outro modo?

2. Já tocou, dentro do teu coração, uma Palavra de Jesus que te deu uma paz, uma alegria nova?

Desafio

Faz o teu dia de amanhã um dia melhor. Tenta construir mais um pedacinho do projecto que Deus. Um gesto, uma palavra qualquer coisa que seja mais um tijolo na construção do seu reino.

Oração

Senhor, tu que fizeste Paulo ver a tua Luz, escutar a tua Palavra, toca o nosso coração, que ele também A escute, para vermos a tua Luz e possamos dar ao mundo de hoje, a Luz do Evangelho e a Verdade do Senhor Jesus. Pai- Nosso

sábado, 1 de novembro de 2008

Palavra de Vida de Novembro de 2008

«Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me» [Lc 9, 23]. (1)

Não pensemos que, por estarmos neste mundo, podemos viver ao seu sabor como um peixe na água. Não pensemos que, pelo facto de o mundo nos entrar em casa através de certos programas de rádio ou da televisão, nos seja permitido ouvir todos os programas e ver todas as transmissões que fazem. Não pensemos que, por andarmos pelas estradas do mundo, podemos olhar impunemente para todos os cartazes e comprar no quiosque ou na livraria, indiscriminadamente, qualquer tipo de publicação. Não pensemos que, por estarmos no meio do mundo, podemos imitar e assumir os modos de viver do mundo: experiências fáceis, imoralidade, aborto, divórcio, ódio, violência, roubo.

Não, não. Nós estamos no mundo. E isso é evidente.

Mas não somos do mundo (2).

E isso implica uma grande diferença. Classifica-nos entre aqueles que não se alimentam das coisas mundanas e superficiais, mas das que nos são expressas, dentro de nós, pela voz de Deus que está no coração de cada pessoa. Se a escutarmos, faz-nos penetrar num reino que não é deste mundo. Um reino onde se vive o amor verdadeiro, a justiça, a pureza, a mansidão, a pobreza. Onde vigora o domínio de si mesmo.

Porque é que muitos jovens fogem para o Oriente, para a Índia, por exemplo? É porque tentam encontrar ali um pouco de silêncio e aprender o segredo de algumas figuras importantes, grandes na espiritualidade, que, pela profunda mortificação do seu “eu” inferior, deixam transparecer um amor (…) que impressiona todos os que deles se aproximam. É a reacção natural à confusão do mundo, ao barulho que reina fora e dentro de nós, que já não dá espaço para o silêncio, para se ouvir Deus.

Coitados de nós! Mas será mesmo preciso ir à Índia, quando há dois mil anos Cristo nos disse: «nega-te a ti mesmo… nega-te a ti mesmo…»?

A vida cómoda e tranquila não é para o cristão. Se quisermos seguir Cristo, ele não pediu nem nos pede menos do que isto.

O mundo invade-nos como um rio na época das cheias, e nós temos que ir contra a corrente. O mundo para o cristão é um matagal cerrado, e é preciso ver onde se põem os pés. E onde é que devemos pôr os nossos pés? Sobre aquelas pegadas que o próprio Cristo, ao passar nesta Terra, nos deixou assinaladas: são as Suas Palavras. Hoje, Ele diz-nos de novo:

«Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo…».

Por causa disso, talvez se venha a ser alvo de desprezo, de incompreensão, de zombarias, de calúnias. Podemos ter que nos isolar, que aceitar a desconsideração, que abandonar um cristianismo de fachadas.

Mas Jesus continua:

«Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me».

Quer queiramos, quer não, o sofrimento amargura a nossa existência. Também a tua. E, todos os dias, chegam-nos pequenos ou grandes sofrimentos. Gostarias de te livrar deles? Revoltas-te? Dão-te vontade de te lamentares? Então, não és cristão.

O cristão ama a cruz, ama o sofrimento, mesmo entre lágrimas, porque sabe que tem valor. Não foi em vão que, entre os muitos meios de que Deus dispunha para salvar a humanidade, escolheu o sofrimento. Mas Ele – lembra-te –, depois de ter levado a cruz e de ser nela crucificado, ressuscitou.

A ressurreição é também o nosso destino (3). Se aceitarmos com amor – em vez de o desprezarmos – o sofrimento que nos vem da nossa coerência cristã e todos os outros que a vida nos traz, havemos de experimentar, então, que a cruz é o caminho, já nesta Terra, para uma alegria nunca antes experimentada. A vida da nossa alma começará a crescer. O reino de Deus em nós adquirirá consistência. E lá fora, pouco a pouco, o mundo vai desaparecendo aos nossos olhos e parecer-nos-á de cartão. E já não vamos ter inveja de ninguém.

Nessa altura já nos podemos considerar discípulos de Cristo:

«Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me».

E, como Cristo a quem seguimos, seremos luz e amor para as chagas sem número que dilaceram a humanidade de hoje.

Chiara Lubich

1) Palavra de Vida, Julho de 1978. Publicada em Essere la tua Parola, Chiara Lubich e cristiani di tutto il mondo, Roma 1980, pp. 67-69; 2) cf. Jo 17, 14; 3) cf. Jo 6, 40.

domingo, 19 de outubro de 2008

Reunião de dia 17 de Outubro

Nunca vos aconteceu sair de um sítio com uma sensação que verdadeiramente fizeram a diferença?Eu senti isso na reunião de 17 de Outubro...O dia Internacional da Erradicação da Pobreza.

Mais do que divagarmos sobre a pobreza e os flagelos mundiais, reunimos as nossas mentes e corações e pusemos na prática, o que verdadeiramente importa para que possamos mudar o mundo:fé!

Eu deixei-vos a acreditar que vai nascer da nossa campanha mais uma mudança no "mundo"...E acredito ainda mais que não é preciso muito para que o possamos mudar...O velho cliché, do "não podes mudar o mundo", é uma mentira que sabe bem e nos vai enganando a vontade de fazer mais.Porque há muitos mundos e muitos lugares...e se mudarmos, nem que seja um deles, causará impacto no universo inteiro...

Eu hei-de acreditar sempre que podemos mudar o mundo inteiro...Isso muda-nos também, transforma as nossas preocupações e faz-nos aprender que só precisamos de uma coisa:Fé!!!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Workshop 1 video = 1 mensagem


O desafio é simples: pegar numa mensagem - uma frase, uma ideia, um facto - e colocá-la num pequeno vídeo de pouco mais de 30 segundos!

Parece muito complicado? Mas não vai ser... Vamos ter 2 formadores que nos vão guiar pelo mundo da comunicação, técnicas de publicidade, edição de vídeo e áudio, etc.

Só falta dar asas à imaginação e à criatividade!

O workshop vai decorrer nos dias 3, 4, 10 e 11 de Novembro, na Igreja de São Pedro de Barcarena, à partir das 21:00. Todos os vídeos produzidos serão apresentados no Magusto (16 de Novembro).

Inscreve-te!

domingo, 12 de outubro de 2008

1.º encontro do Grupo de jovens 2008/2009

No dia 28 de Setembro de 2008 iniciámos mais um ano intenso do Grupo de Jovens de Barcarena!!!
Começamos o nosso encontro com um cântico "Eu te amo", onde logo de seguida o Igor e a Susana fizeram uma pequena introdução sobre o que iria ser este ano de GJB, e leu-se um texto acerca dos 4 grupos existentes são eles: (coração, pés, mãos e cabeça).

Neste dia tivemos a presença não só do Padre Ricardo como também do Carlos que irá ser ordenado no mês de Junho, no qual falou-nos um pouco da sua vida ao longo destes anos no seminário onde disse também que iria tentar estar mais vezes presente no GJ e propôs-nos algumas tarefas para o grupo.

De seguida foi distribuída uma pequena folha de papel onde todos escreveram uma qualidade que podemos dar ao grupo, onde nem o Padre e o Carlos que esteve presente neste dia não escaparam.

Quando todos escreveram a frase cada um tinha de a dizer em voz alta, e depois colocá-la numa cartolina onde no lado contrário tinha um puzzle que tínhamos feito no ano passado acerca de uma virtude nossa.
Quando acabamos tudo isto seguimos para a igreja onde fizemos uma oração, onde cada um de nós tinha um folheto que nos foi distribuído no início do grupo, no final da oração falamos dos 7 dons do Espírito Santo, são eles: sabedoria, conselho, fortaleza, entendimento, ciência, piedade temor de Deus.
FOI SEM DÚVIDA UM BOM INÍCIO DO GJB!!! =)
Texto escrito por: Ricardo Escaleira e Pedro Escaleira

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Palavra de Vida de Outubro de 2008

«Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante, será lançada no vosso regaço» [Lc 6, 38]. (1)

Nunca te aconteceu receberes uma prenda de um amigo e sentires logo o desejo de lhe retribuir? E de fazer isso não tanto para cumprir uma obrigação, mas por um sentimento verdadeiro de amor e reconhecimento? Tenho a certeza que sim.
Se isto sucede connosco, imagina como será com Deus, com Deus que é Amor.
Ele retribui sempre todas as ofertas que fazemos aos nossos próximos em Seu nome. É uma experiência que os cristãos verdadeiros fazem com muita frequência. E, de cada vez, é sempre uma surpresa. Nunca nos habituamos à imaginação de Deus. Poderia dar-te mil ou dez mil exemplos. Poderia até escrever um livro acerca disso. Verias como é verdadeira aquela imagem – «uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante, será lançada no vosso regaço» –, que representa a abundância com que Deus retribui, representa a Sua magnanimidade.

«Já era noite em Roma. No apartamento de uma cave, um pequeno grupo de raparigas, que queriam viver o Evangelho, davam as boas-noites. Nisto, toca a campainha. Quem seria àquela hora? Era um homem, em pânico, desesperado: no dia seguinte ia ser expulso de casa com a família, porque não tinha dinheiro para pagar a renda. As raparigas olharam umas para as outras e, num acordo silencioso, abriram a gavetinha onde, em envelopes separados, tinham guardado o resto dos seus salários e uma reserva para pagar o gás, o telefone e a electricidade. Deram tudo àquele homem, sem pensar duas vezes. E foram dormir, felizes. Alguém haveria de pensar nelas. Mas ainda o dia não tinha nascido, quando o telefone tocou. "Vou já para aí, de táxi", disse aquele mesmo homem. Admiradas com o meio de transporte que ia usar, as raparigas ficaram à espera. Pela expressão do visitante, qualquer coisa tinha mudado: "Ontem à noite, quando cheguei a casa, encontrei uma carta a comunicar-me uma herança que nunca pensei que fosse receber. O meu coração sugeriu-me logo que vos desse metade do dinheiro". A quantia era exactamente o dobro daquilo que elas generosamente tinham dado».

«Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante, será lançada no vosso regaço».

Já alguma vez fizeste uma experiência deste género? Se ainda não, lembra-te que a nossa oferta deve ser feita desinteressadamente, a quem quer que nos peça, sem esperar que seja retribuída.
Experimenta. Mas não o faças para ver o resultado, mas só porque amas a Deus.
Vais dizer-me: «Mas eu não tenho nada».
Não é verdade. Se quisermos, temos tesouros imensos e inesgotáveis: o nosso tempo livre, o nosso afecto, o nosso sorriso, o nosso conselho, a nossa cultura, a nossa paz, a nossa palavra para convencer aqueles que podem dar qualquer coisa a quem não tem...
Vais-me dizer ainda: «Mas eu não sei a quem dar».
Olha à tua volta: lembra-te daquele doente no hospital, daquela senhora viúva sempre sozinha, daquele teu colega tão desanimado porque perdeu o ano, daquele jovem desempregado sempre triste, do teu irmãozito que precisa da tua ajuda, daquele amigo que está na cadeia, daquele aprendiz hesitante. É neles que Cristo está à tua espera.
Assume um novo tipo de comportamento, o do cristão – totalmente impregnado de Evangelho –, que é um comportamento anti-egoísta e despreocupado. Renuncia a pôr a tua segurança nos bens da Terra e apoia-te em Deus. É assim que se irá ver a tua fé n'Ele. E em breve será confirmada, pela oferta que voltarás a receber.
E é lógico que Deus não procede assim para te enriquecer ou para nos enriquecer. Ele faz isso para que outros, muitos outros, ao ver os pequenos milagres que se realizam com o nosso dar, também façam o mesmo. Ele faz isso para que, quanto mais tivermos, mais possamos dar. Para que – como verdadeiros administradores dos bens de Deus – façamos circular tudo na comunidade que nos rodeia, até que se possa dizer, como se dizia da primeira comunidade de Jerusalém: entre eles não havia nenhum pobre (2).
Vais sentir que, assim, contribuis para dar uma segurança interior à revolução social que o mundo espera.

«Dai e ser-vos-á dado».

É claro que Jesus estava a pensar, em primeiro lugar, na recompensa que vamos receber no Paraíso. Mas tudo o que acontece nesta Terra é já um prelúdio e uma garantia do Paraíso.

Chiara Lubich

1) Palavra de Vida, Junho de 1978. Publicada em Essere la tua Parola, Chiara Lubich e cristiani di tutto il mondo, Roma 1980, pp. 49-51; 2) cf. Act 4, 34.